Ao observar os materiais das campanhas do tucano Ciro Gomes no Ceará e do carlista ACM Neto na Bahia, é possível notar que o marqueteiro aposta em uma estratégia centrada no medo da população.
É fato que a segurança pública e o avanço do crime organizado assustam a sociedade e devem estar no centro do debate eleitoral. No entanto, apostar todas as fichas no medo das periferias e vender a falsa ilusão de que Ciro Gomes e ACM Neto são os salvadores capazes de resolver um problema tão complexo é entregar uma narrativa vazia.
É fundamental que a sociedade compreenda que o combate ao crime organizado exige união e parcerias estruturadas, e não a figura de falsos heróis.
Quando João Santana foi contratado, muitos aliados de ACM Neto espalharam que, em 2026, ele venceria as eleições por contar com o famoso marqueteiro que ajudou a projetar lideranças do PT no passado.
O que esses setores esquecem é que o PT possui o que falta ao marqueteiro: um projeto político consistente. O marketing é importante em uma campanha, mas eleição não se vence apenas com pirotecnia publicitária.
No Ceará, acompanhando os passos da campanha de Ciro Gomes — que, assim como ACM Neto, tenta escamotear sua proximidade com o bolsonarismo —, o discurso segue a velha cartilha: a promessa de “salvar o Ceará das garras das facções”, acompanhada de acusações infundadas contra petistas.
Alvo de perseguições durante a Operação Lava Jato, João Santana parece ter transformado o PT em seu alvo pessoal, tentando agora, por meio de Ciro Gomes e ACM Neto, derrotar o partido a qualquer custo.
A política precisa ser feita com propostas reais para a vida das pessoas.
O falso mago mago João Santana trabalha com o poderoso discurso do medo em suas campanhas no Ceará e na Bahia.
— ANGELO NET BLOG DO PROVOCADOR (@blogdoprovocador.bsky.social) August 14, 2026 at 11:29 PM
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