Os trabalhistas do PDT anunciaram recentemente, em convenção, o apoio à candidatura à reeleição do petista Lula.
A esquerda, caminha unida para as urnas, com foco não apenas na eleição de Lula, mas também em fortalecer a bancada de esquerda no Poder Legislativo.
A aliança entre PT e PDT tem como missão fortalecer o PDT, que ainda sente os efeitos do estilo truculento de Ciro Gomes, que, além de não chegar ao segundo turno, derrubou as bancadas legislativas do partido.
O PDT aposta na força de candidaturas femininas para ressurgir no tabuleiro eleitoral brasileiro, com nomes como a gaúcha Juliana Brizola, que representa o PDT na disputa pelo governo do Rio Grande do Sul em uma chapa formada por partidos de esquerda com grandes possibilidades de vitória, além da pernambucana Marília Arraes, que finalmente encontrou um partido para chamar de seu e, segundo as pesquisas eleitorais, é um nome competitivo para disputar o Senado Federal.
Um dos principais nomes do PDT, o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil — que disputa o governo mineiro pelo partido —, não esteve presente na convenção nacional da legenda, em uma clara demonstração de insatisfação com a gigantesca possibilidade de o PT lançar o nome do ex-ministro Patrus Ananias de Sousa para concorrer ao governo estadual.
Lula mostra força na maratona presidencial, conquistando apoios em todos os cantos do Brasil.
Ao declarar apoio a Lula, o PDT tenta corrigir a rota e fortalecer suas bancadas legislativas após o fracasso da candidatura de Ciro Gomes. É fundamental que a esquerda esteja unida no primeiro turno; os partidos precisam fazer um grande trabalho de base para garantir votos nas disputas estaduais.
— ANGELO NET BLOG DO PROVOCADOR (@blogdoprovocador.bsky.social) July 22, 2026 at 2:39 PM
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