Pode parecer loucura ou uma piada salgada, mas não é. O título deste texto revela exatamente uma parte do projeto de desmonte econômico liderado pela mão quase invisível da principal consultora econômica da campanha liberal de extrema-direita, Daniela Marques.
Daniela Marques já foi devidamente abençoada pelo poderoso mercado financeiro, que, ao lado do velho PIG, está abraçado à campanha do bolsonarismo.
Flávio Bolsonaro já falou na sua propaganda eleitoral na TV que, caso seja eleito, irá promover um tesouraço no governo para supostamente equilibrar as contas públicas e reduzir a taxa de juros, que de fato está nas alturas. Essas medidas vão reduzir a dívida pública, o que fatalmente irá impactar as contas das famílias brasileiras.
O que o candidato bolsonarista esconde da família brasileira é que sua grande referência econômica é o presidente da Argentina, Javier Milei, que, ao chegar ao poder, fez cortes gigantescos no serviço público e nos benefícios sociais, levando o país vizinho à maior crise financeira de sua história.
A crise é tão grande que muitos de nossos hermanos não estão conseguindo comprar carne, um símbolo cultural do país, e, para não morrer de fome, estão comendo carne de burro.
Quem assistiu atentamente à propaganda eleitoral bolsonarista no primeiro turno percebeu que Flávio não tem experiência e decorou frases feitas com grande impacto apenas para chamar a atenção do eleitor.
Como diz o ditado, o diabo mora nos detalhes. Especialmente neste caso, é fundamental que o eleitor brasileiro esteja atento às poderosas mãos invisíveis do mercado financeiro e da entreguista Daniela Marques.
O brasileiro que já reclamou do preço da picanha no governo Lula pode acabar comendo carne de burro em um novo desgoverno bolsonarista.
