Para quem acha que futebol e política são assuntos que não se misturam, a guerra entre Estados Unidos e Irã, que já começa a ter efeitos no Oriente, pode mostrar exatamente o contrário.
Em meio ao confronto entre Estados Unidos e Irã, a FIFA celebrou a marca histórica de 100 dias para a Copa do Mundo, que pela primeira vez na história terá como sede os 3 países da América do Norte: Estados Unidos, Canadá e México.
O astro português Cristiano Ronaldo, que brilha com a camisa do AL Naser, clube saudita, teve seu avião retirado do espaço aéreo saudita.
Vale lembrar que recentemente o atacante português criticou o que ele acredita ser um desequilíbrio da liga saudita e deixou de jogar uma partida da liga nacional.
JOGO DE MARKETING ENTRE TRUMP, NIKE E FIFA
Faltando menos de 100 dias para o maior evento do planeta bola, as notícias sobre guerra não empolgam os turistas e são uma grande ameaça para a FIFA e seus poderosos parceiros comerciais.
Uma alternativa possível para alavancar o mundial e diminuir os efeitos do noticiário negativo da guerra seria Cristiano Ronaldo alegar insegurança com a guerra, já que os sauditas aliados dos Estados Unidos estão sendo atacados, rasgar o contrato com Al-Naser e, com apoio de sua grande parceira histórica Nike, quem sabe em uma grande jogada de marketing, impulsionar a liga de futebol dos EUA mais uma vez contra o craque argentino Lionel Messi.
Ter os dois maiores jogadores desta geração, Cristiano Ronaldo e Messi, rivalizando na mesma liga poderia sacudir a indústria do entretenimento dos Estados Unidos e formaria uma onda de notícias positivas sobre o campeonato mundial, o que seria maravilhoso para Trump e os grandes investidores do mundial.
A maior jogada de marketing do século.
