EMPRESA DE DAL BARRETO RECEBEU MAIS DE 30 MILHÕES DE REAIS DESDE 2022

Na terça-feira (14), a PF cumpriu mandados de busca e apreensão em imóveis ligados a Dal Barreto, e seu celular foi apreendido no aeroporto de Salvador. Ele declarou não ter acesso ao inquérito e disse manter compromisso com a “verdade e a legalidade“””. Em Wenceslau Brás (BA), a prefeitura pagou R$ 1,1 milhão a um posto da rede do deputado; o prefeito da cidade foi preso em flagrante. Em Riacho de Santana, onde o deputado também possui empresa, o prefeito foi afastado por ordem do STF.

Dal Barreto também é associado a Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”, investigado por envolvimento com o PCC e lavagem de dinheiro por meio do setor de combustíveis. Beto está foragido desde agosto e teria buscado ampliar atuação fora de São Paulo com apoio de Dal. O deputado foi acusado de abuso de poder econômico por gastar R$ 217,7 mil de verba eleitoral em seus próprios postos, mas o TSE não identificou irregularidades. O MPF já investigou suas empresas por suspeita de direcionamento de licitações, mas os casos foram arquivados.

A reportagem do site OUL revelada hoje é uma verdadeira bomba na política da terra de todos os santos e pode ter efeitos na disputa eleitoral, é fundamental que o poder judiciário investigue todas as graves acusações envolvendo o parlamentar baiano.

A relação entre deputados e prefeituras deve ser transparente.

Esse texto contém informações do Metro1.

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